segunda-feira, dezembro 9, 2019
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Riscos que surgem com o fim da NF-e gratuita

A Secretaria da Fazenda divulgou a informação de que irá descontinuar seu emissor gratuito de notas fiscais eletrônicas em janeiro de 2017. Desde já, a versão atual deixa de receber atualizações e não haverá uma versão substituta. Isso é uma notícia que demanda total atenção, principalmente por parte dos contadores.

Sem as atualizações constantes que as notas recebem da legislação brasileira, o risco de uma emissão errada é alto e, o pior, passível de multa.

A alteração vem baseada em um levantamento realizado pela Sefaz que aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2% do total das empresas registradas para emissão. Ou seja, a ferramenta gratuita não se justifica.

Mas porque será que os empresários e contadores optaram por ferramentas pagas?

Toda empresa já conta com um ERP. Alguns deles, feitos para atuar do início ao fim dentro da gestão empresarial e fiscal da empresa. São sistemas de folha de pagamento, gestão de vendas, estoque, NF-e dentre muitos outros.

As empresas que ainda não utilizam ferramentas tecnológicas terão alguns meses para se adaptar. Quanto antes isso for feito, menos dores de cabeça, pois não se perderá com tempo de adaptação, além de garantir que as atualizações, que foram lançadas nesse meio tempo, não tenham que ser adicionadas manualmente às suas notas, já que a descontinuidade de atualizações é imediata.

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